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Como o estresse pode afetar sua pele?

Por Gabriela Lopes


Quando o estresse faz parte da rotina, a pele é uma das mais afetadas. Essa tensão provoca alterações hormonais no corpo e libera substâncias na corrente sanguínea. Isso acarreta queda de imunidade e o corpo fica vulnerável a infecções e outros problemas.

No rosto, por exemplo, é visível o surgimento de descamações, áreas avermelhadas e ressacadas, além de olheiras e pele opaca. Já peles oleosas tendem a ficar com os poros mais dilatados e a derme mais grossa. A solução é proteger a pele, principalmente do rosto e das mãos, as regiões mais expostas na recepção.

Conheça os problemas mais comuns da pele estressada e veja dicas para amenizá-los:

  • Acne: espinhas e cravos são comuns na adolescência, mas podem surgir na fase adulta devido ao excesso de tensão. A primeira recomendação dos dermatologistas é não cutucá-los para não criar cicatrizes. Lave o rosto duas vezes por dia com sabonete neutro, use apenas produtos indicados pelo médico e evite alimentos com excesso de açúcar, gorduras e frituras, que aumentam a oleosidade da pele.
  • Alergias: o estresse age nas células do tecido conjuntivo associadas às reações alérgicas, chamadas mastócitos. Isso aumenta a coceira e o prurido. Para combater o problema, a indicação é aplicar uma camada espessa de hidratante com filtro solar na área afetada para evitar manchas; lavar a pele com água fria e evitar coçar para não aumentar a lesão. Caso a irritação persista, procure um especialista.
  • Herpes: é causado por vírus e desencadeado por fatores como estresse, sol e baixa imunidade. Feridas em formato de bolhas aparecem nos lábios e nos genitais. Para controlar o problema, é preciso iniciar medicação oral e aplicar creme tópico para diminuir a transmissão.
  • Rosácea: caracterizada por vermelhidão no rosto, a rosácea pode também apresentar nódulos, pus, inchaços e vasinhos. Tensão, ansiedade e estresse são fatores desencadeantes e o quadro pode piorar com consumo excessivo de álcool e exposição solar. Além disso, a rosácea é sensível a cosméticos que possuem ácidos e álcool em suas substâncias. Dependendo do grau da rosácea, é preciso fazer tratamento medicamentoso.
  • Olheiras: bolsas e manchas escuras embaixo dos olhos podem ser decorrentes de noites mal dormidas. Corretivos faciais ajudam a atenuar o problema, mas caso as olheiras sejam permanentes, o ideal é consultar um dermatologista para tratar de forma correta. Os cremes mais indicados são à base de ácido tioglicólico ou vitamina K e recomenda-se também o uso do filtro solar, pois o acúmulo de melanina pode piorar a aparência da olheira.
  • Manchas e rugas nas mãos: dermatologistas recomendam o uso constante do filtro solar no verão e no inverno para evitar o surgimento de manchas. Para combatê-las, há cremes clareadores que contêm retinol na composição. Esse ativo não mancha a pele em contato com o sol, ao contrário do ácido retinoico, que só deve ser usado à noite. A partir dos 40 anos, o ideal é investir em preenchimento com ácido hialurônico na derme. Além dos preenchimentos, a aparência da pele das mãos pode melhorar com aplicações de lasers e peelings. Todos esses procedimentos devem ser feitos e acompanhados por um médico.

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