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Comunicação não verbal: o corpo também fala

Por Gabriela Lopes


Nossa postura, o olhar, gestos e expressões e até as roupas e acessórios que usamos dizem muito sobre o pensamos, sentimos e sobre nossa personalidade. Algumas vezes, não expomos tudo o que pensamos através da oralidade, mas, involuntariamente, nosso corpo e nossas atitudes acabam nos “denunciando”.

Pioneiro no estudo da linguagem corporal na década de 50, o professor de Psicologia Albert Mehrabian, descobriu que em toda comunicação interpessoal, em média 7% da mensagem é verbal (somente palavras) e 55% é não verbal.

A fala também é levada em consideração na linguagem não verbal: é importante sempre atentar para a entonação ao dar um recado e ao falar com os pacientes. tom de voz deve ser adequado, nem alto – o que sugere arrogância - nem muito baixo – pois transmite falta de confiança.

Até mesmo o silêncio diz muito sobre nossa personalidade. Quando o paciente está falando não devemos interrompê-lo, entretanto, ficar em silêncio o tempo todo sem ao menos assentir com a cabeça, demonstra distração ou falta de interesse no assunto.

No atendimento aos pacientes, a postura e a expressão facial dizem muito de suas atitudes. Esteja sempre atenta a elas.

Sinais negativos:

  • Não estabelecer contato visual ou desviar o olhar
  • Cruzar os braços
  • Colocar as mãos na cintura
  • Sentar-se curvado
  • Cruzar as pernas
  • Lábios cerrados
  • Batucar com os dedos na mesa

Sinais positivos:

  • Estabelecer contato visual
  • Manter os braços na frente do corpo
  • Manter o corpo ereto
  • Sorrir

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